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terça-feira, 4 de janeiro de 2022

Autonomia na infância

 Ao lidar com crianças diariamente, assisto muitas vezes, com tristeza, a pais que não permitem que os seus filhos se tornem autónomos. 

 São muitas as crianças que têm dificuldade em se vestir sozinhas ou em apertar uns sapatos. 

Ainda há pouco tempo, assisti dentro de um balneário, no ginásio que frequento, uma mãe a vestir a filha e a penteá-la como se fosse uma criança pequena, a rapariga tinha seguramente uns 10 anos e não aparentava ter qualquer limitação física ou intelectual.

É assustador! 

As crianças precisam aprender a fazer as suas coisas. Naturalmente que os pais têm que ajudar nas primeiras vezes, mas aos pouco devem ir dando liberdade para que eles experimentem sozinhos. Vai correr mal algumas vezes, mas isso faz parte do processo de crescimento. 

Não é por isso que um pai ou mãe gosta menos do seu filho, muito antes pelo contrário. Ao permitir que ele ganhe autonomia está a ajudá-lo a ser uma criança com capacidades que se tonará sem dúvida um adulto mais capaz.

segunda-feira, 3 de janeiro de 2022

A minha granola

Diariamente o meu pequeno almoço é composto por um iogurte natural com cereais, seguido de um indispensável café.

Há uns meses, o meu marido trouxe para casa um frasco de vidro com granola feita por uma funcionária da escola. Quando provei fiquei rendida e pedi a receita. Desde essa altura, passei a fazer a minha própria granola e nunca mais comi cereais empacotados. 

É fácil de fazer, sei o que estou a comer e é pouco doce. 

Aqui fica a receita para quem quiser. 

Ingredientes: cerca de 500g de flocos de aveia finos ou grossos (depende da preferência); frutos secos a gosto (nozes, amêndoas, amendoins, sultanas, bagas de Gogi, frutas desidratadas, sementes de girassol, sementes de sésamo, ,,,)

Coloco os flocos de aveia dentro de um recipiente e adiciono uma porção de frutos secos e sementes de acordo com aquilo que tenho em casa. 

 

 

Depois junto uma colher de sopa de óleo de coco e uma ou duas colheres de sopa de mel e mexo até estar envolvido.

De seguida, coloco uma folha de papel vegetal dentro de um tabuleiro e levo ao forno cerca de 30 minutos a 180 graus, revolvendo a mistura de vez em quando para ir ficando mais uniforme. 


 
Depois de estar feito é só deixar arrefecer e guardar em recipientes com tampa.

Esta mistura é muito agradável dentro de um iogurte natural.

quinta-feira, 30 de dezembro de 2021

Aproveitamento de fruta

 Provavelmente nas vossas casas, nem sempre consomem toda a fruta que compram. Às vezes algumas peças de fruta começam a ficar muito maduras e já não apetece comê-las.

Cá em casa somos 5 e são várias as vezes em que a fruta não é toda consumida.

O que fazer para não haver desperdício?

Há várias opções; fazer compota, bolo de fruta, desidratar a fruta ... 

Hoje irei falar-vos desta última opção, desidratar fruta.

Há uns 4 anos adquiri um desidratador pela internet e foi uma excelente compra. 

Lavo bem a fruta e no caso das maçãs ou pêras, corto em fatias e coloco a desidratar mesmo com casca. Como o processo demora algumas horas, coloco o desidratador a funcionar durante a noite.

Para quem gosta pode colocar canela em cima da maçã.

 
No final obtém-se um snack bastante agradável e saudável e sem desperdiçar fruta. 
 




quarta-feira, 29 de dezembro de 2021

Adolescência

 A adolescência é sem dúvida uma fase da vida em que o corpo passa por várias transformações, onde as hormonas andam ao rubro.

Nesta altura da vida, muitas vezes os jovens afastam-se dos pais e adoptam comportamentos de maior desafio à autoridade.  Esta mudança é muito penosa para pais e filhos, principalmente quando estes últimos se rodeiam de amizades pouco recomendáveis, sendo necessária uma atitude muito firme por parte dos pais.

Acredito que nem todos os casais conseguem lidar com os desafios impostos por esta fase dos filhos, levando muitas vezes à separação.

Felizmente, não infelizmente, já passei por uma fase muito difícil com um dos meus filhos, eu e o meu marido sofremos muito, no entanto, crescemos enquanto pessoas. Foram tempos bastante atribulados, em que a união da família foi fortemente abalada e onde vivemos coisas que nunca pensamos viver. Houve momentos em que me senti a ir abaixo, sem forças para lutar e sem capacidade para ajudar o meu filho a sair daquele abismo. Além disso, foi extremamente difícil gerir o papel de mãe e de mulher. Se por um lado tinha que me unir ao meu marido para ajudarmos o nosso filho, por outro lado o meu lado de mãe dizia-me que devia ser compreensiva com o meu filho.

A ruptura esteve presente em vários momentos, mas depois de muito esforço superamos esta fase muito difícil.

Às mães que estão a passar por esta fase, deixo o meu abraço apertado.

 

Autonomia na infância

  A o lidar com crianças diariamente, assisto muitas vezes, com tristeza, a pais que não permitem que os seus filhos se tornem autónomos.   ...